Nossos personagens do DinoCrispy foram inspirados na rica herança paleontológica do Mundo, com referência especial a uma espécie de dinossauro da região central do Rio Grande do Sul. Conheça essa história!
Inspirado na espécie Saturnalia tupiniquim, um dos primeiros dinossauros do mundo, descoberto às margens do Rio Vacacaí, na região central do Rio Grande Do Sul. Viveu há cerca de 225 milhões de anos atrás, no final do período Triássico Superior.
O Brasil possui um patrimônio paleontológico de grande relevância, representado por centenas de museus, sítios paleontológicos e parques espalhados em diferentes regiões do país. São esses espaços que preservam, pesquisam e mantêm viva a história da vida na Terra.
Monumento Natural Paleontológico Sanga da Alemoa, em Santa Maria, Rio Grande do Sul
Foi criado pela Lei Municipal n° 6696, de 23 de novembro de 2022. Tem como alguns de seus objetivos proteger os depósitos fossilíferos do sítio paleontológico Sanga da Alemoa, conservando as características geológicas e a geodiversidade, e assegurar o desenvolvimento e a continuidade das atividades de pesquisa, geração do conhecimento científico e difusão da ciência.
Fonte: https://www.sema.rs.gov.br/monumento-natural
GEOPARQUE DA QUARTA COLÔNIA
Sítio Paleontológico Buriol, em São João do Polêsine, Rio Grande do Sul
Tempo geológico: Triássico Superior
Fósseis encontrados: Rincossauros (Hyperodapedon sp.), Lagerpetídeos (Ixalerpeton polesinensis), Dinossauros (Buriolestes schultzi) e Aetossauros (Polesinesuchus aurelioi).
O geossítio consiste de uma série de exposições rochosas localizadas em terreno particular formado por pavimentos irregulares, ravinas e barrancos. Possui acesso por dentro da propriedade rural homônima, sendo que os níveis fossilíferos distam cerca de 1km da rodovia. Litologicamente correspondente à Formação Santa Maria, mais especificamente à base da Sequência Candelária, ZA de Hyperodapedon. O sistema deposicional é relacionado a canais fluviais, dos quais há registro sobretudo de dinossauros (Buriolestes), pterossauromorfos (Ixalerpeton) e rincossauros (Hyperodapedon).
Sítio Paleontológico Pivetta, em São João do Polêsine, Rio Grande do Sul
Tempo geológico: Triássico Superior
Fósseis encontrados: Peixeis, Anfíbios (Compsocerops sp.), Rincossauros (Hyperodapedon sp.) e Arcossauros.
Está localizado em uma área próxima ao Geossítio Buriol, localizada no limite entre os Municípios de São João do Polêsine e Restinga Seca. Embora os dois geossítios sejam eventualmente considerados como uma só área na literatura, possuem características litológicas e fossilíferas que permitem individualizar as duas áreas, ainda que possam ser potencialmente contínuas. Pela elevada concentração de material fossilífero, é um sítio de alta relevância científica.
Sítio Paleontológico Marchesan, em São João do Polêsine, Rio Grande do Sul
Tempo geológico: Triássico Superior
Fósseis encontrados: Rincossauros (Hyperodapedon sp.), Dinossauros (Gnathovorax cabreirai) e Cinodontos (Prozostrodon brasiliensis).
O Geossítio Marchesan é formado por uma área de afloramento próxima de uma lavoura de arroz, muito próxima da área urbana. Compreende dois níveis de exposição de pelitos avermelhados, intercalados por lentes de arenitos finos a grossos, que representam uma planície de inundação.
Sítio Paleontológico Piche, em São João do Polêsine, Rio Grande do Sul
Tempo geológico: Triássico Superior
Fósseis encontrados: Rincossauros (Hyperodapedon sp.), Dinossauros e Aetosaurus.
O Geossítio é composto por um barranco de beira de morro em beira de estrada, com exposição vertical de cerca de 15 metros. Apresenta intercalações de pelitos maciços avermelhados e arenitos estratificados, com eventuais níveis de retrabalhamento das camadas subjacentes, representativos de canais fluviais de energia variável, além de corpos lacustres. Possui relevância científica pelo conjunto de fósseis que concentram-se no local, bem como relevância educacional, visto que o local é amplamente utilizado como área de visitação por universidades devido à facilidade do acesso e à preservação vertical de boa visibilidade.
Fonte: https://www.geoparquequartacolonia.com.br/73/ver/geossitios/conheca-nossos-geossitios/fossiliferos
Sítio Paleontológico Fogliarini/Posto, em Dona Francisca, Rio Grande do Sul
Tempo geológico: Triássico Médio
O Geossítio consiste de uma ampla área de afloramentos ao longo de um terreno particular localizado atrás de um posto de combustíveis. O local fica próximo ao trevo de acesso à área urbana de Dona Francisca. Os barrancos variam de 3 a 7 metros de altura, sendo que a área total do conjunto de afloramentos fica em torno de dois hectares (Godoy et al., 2012). Corresponde litologicamente à Formação Santa Maria, Sequência Pineiros-Chiniquá, ZA de Dinodontosaurus. O sistema deposicional consiste de fácies lacustres e de planície de inundação distal, muitas vezes com concreções carbonáticas, gretas de contração e rizólitos.
Fonte: https://www.geoparquequartacolonia.com.br/77/ver/geossitios/sitios-paleontologicos/dona-francisca
Sítio Paleontológico Aserma, em Agudo, Rio Grande do Sul
Tempo geológico: Triássico Superior
Fósseis encontrados: Cinodontes (Siriusgnathus niemeyerorum).
O Sítio Fossilífero ASERMA localiza-se dentro da área urbana do município de Agudo. Corresponde a uma exposição vertical de cerca de 5 metros de arenitos avermelhados muito finos e pelitos, característicos de planícies de inundação. É notável pela presença do traversodontídeo Siriusgnathus, que pode representar o último traversodontídeo do continente americano (Miron et al., 2020), além de registros de coprólitos (Marsola et al., 2018).
Fonte: https://www.geoparquequartacolonia.com.br/79/ver/geossitios/conheca-nossos-geossitios/fossiliferos
Sítio Paleontológico Niemeyer, em Agudo, Rio Grande do Sul
Tempo geológico: Triássico Superior
Fósseis encontrados: Cinodontes (Siriusgnathus niemeyerorum e Agudotherium gassenae) e Dinossauros.
O Geossítio Niemeyer, localizado na área rural do Município de Agudo, consiste de uma série de afloramentos de beira de via, além de barrancos associados a lavouras e açudes. A principal área fossilífera, às margens de um reservatório de água para irrigação, é notável por sua extensa concentração de restos do cinodonte Siriusgnathus, que compreende dezenas de espécimes de diferentes classes de idade.
O sítio ainda preserva restos de dinossauros e icnofósseis de invertebrados.
Fonte: https://www.geoparquequartacolonia.com.br/80/ver/geossitios/sitios-paleontologicos/agudo
Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia - CAPPA, Universidade Federal de Santa Maria, em Santa Maria, Rio Grande do Sul
CAPPA não é um museu, mas foi criado para dar suporte à pesquisa paleontológica e salvaguardar os fósseis encontrados na região. Por conta da curiosidade do público pela temática, uma exposição foi criada no local, para que a comunidade possa sanar todas as suas dúvidas e ver de perto a riqueza fossilífera da região que compreende o Geoparque Quarta Colônia Aspirante UNESCO.
Fonte: https://www.geoparquequartacolonia.com.br/472/ver/turismo/atrativos-turisticos/paleontologico
Museu dos Dinossauros, em Uberaba, Minas Gerais
É no distrito rural de Peirópolis, localizado no município de Uberaba, que se encontra um dos mais importantes sítios paleontológicos do Brasil, com ossadas de 66 a 80 milhões de anos. O museu guarda mais de 3 mil exemplares de fósseis de dinossauros, além de um jardim a céu aberto com réplicas dos animais.
Museu de Paleontologia Antonio Celso de Arruda Campos, em Monte Alto, São Paulo
Monte Alto, cidade localizada a cerca de 350km da capital paulista, possui mais de 30 locais de coleta de fósseis. O Museu de Paleontologia reúne uma vasta coleção de espécies do Período Cretáceo, o último da Era dos Dinossauros.
Museu Geológico de São Paulo, em São Paulo capital
Conhecido como “MUGEO”, o espaço exibe um acervo com equipamentos geológicos dos séculos 19 e 20, conjuntos de minerais, rochas e fósseis. Ele está localizado dentro do Parque Água Branca.
Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), em São Paulo capital
O museu guarda um rico acervo com mais de 10 milhões de exemplares, entre fósseis, animais empalhados e réplicas. No local também é possível visitar uma biblioteca com mais de 10 mil volumes sobre geologia e um espaço de pesquisa e divulgação das ciências zoológicas.
Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, em Santana do Cariri, no Ceará
A cidade de Santana do Cariri recebe o apelido de “Capital Cearense de Paleontologia”, devido ao fato de possuir um dos maiores conjuntos de fósseis do Período Cretáceo das Américas. Essa herança paleontológica pode ser visitada no Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens.
Museu Paleontológico de Mafra, em Mafra, Santa Catarina
Localizado em Mafra, a cerca de 300km de Florianópolis, o Museu tem como principal propósito realizar pesquisas sobre o material geológico da região catarinense. No espaço, estão expostos fósseis de 300 milhões de anos.
FONTE:https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/6-museus-no-brasil-para-ver-fosseis-de-dinossauros/ (VIAGEMETURISMO.ABRIL)
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